contemporary art public space urban design critical theory transdisciplinarity rhetorics curating public art

arte contemporânea espaço público desenho urbano teoria crítica transdisciplinariedade retórica curadoria arte pública

Gregory Scholette


Um autor prolixo, com textos incisivos, especialmente em tempos de 'rapar o tacho' do modernismo.

Gregory Sholette is Assistant Professor of Sculpture at Queens College, New York; the co-editor of Collectivism After Modernism: The Art of Social Imagination after 1945, (University of Minnesota, 2007); and The Interventionists: A Users Manual for the Creative Disruption of Everyday Life. He is currently writing a book on the political economy of art for Pluto Press and has co-edited a special issue of Third Text with theorist Gene Ray on the theme “Whither Tactical Media.”.

Na imagem, Carnival Knowledge em acção.

Philippe Chaudoir, leituras úteis

Philippe Chaudoir, investigador/actor social com ligações ao projecto Lieux Publics, é autor prolixo no campo da sociologia urbana que de forma mais próxima acompanha as 'artes de rua', com vários PDF disponíveis for free. Voilá o site… http://www.iul-urbanisme.fr/chaudoir.htm

Situations – leituras aconselhadas, further reading so to speak…



http://www.situations.org.uk/research_rr_publishedarticles.html

dissipação, entropia… o lado 'bom' da imponderabilidade




Alexandre A. R. Costa prossegue as suas pesquisas curatoriais, agora também com Javier Tudela e Manuel Santos Maia ao leme desta quinta edição do I.M.A.N. Aguardemos o livro-catálogo de cinco anos 'entrópicos'.

O projecto deste ano é arriscado: «Um projecto que se apresenta com uma estrutura dinâmica, dissipativa, de sentido programático transversal e que se vai afirmando precisamente pela procura da indefinição, da indeterminação da prática artística que propõe e do seu processo curatorial.» in Texto de Apresentação. Transversalidade pragmática portanto (e não apenas 'da boca para fora').

N55 – art as a part of everyday life…


Could one imagine art which had nothing to do with persons?

Could one imagine art which had nothing to do with other persons?

Could one imagine art which had nothing to do with concrete situations?

Could one imagine the existence of concrete situations without the existence of things?

Could one imagine concrete situations with persons in which the behaviour of persons had no significance?